Permanência de hábitos indica manutenção de pandemias

Por Diego L. S. Navia e Samira Scoton |

Equipamentos de proteção, distanciamento social, aumento de hábitos de higiene e limitação de aglomerações são responsáveis pela redução da propagação da COVID-19. Surtos de síndromes respiratórias são suscetíveis a intervenções não farmacológicas, fazendo com que tais medidas sejam responsáveis pela redução dos casos de influenza no último inverno do hemisfério sul. A permanência de hospedeiros é determinante no surgimento de mutações, ocasionando alterações nas proteínas da membrana virótica, anulando os anticorpos anteriormente produzidos, o que gera endemias. A heterogeneidade dos sintomas e as reações causadas pelo Coronavírus alertam para a possibilidade de indivíduos nunca desenvolverem a imunidade, justificando a permanêcia das medidas de proteção.

Impactos em segurança e defesa: Estudos relacionados a outros Coronavírus, cuja duração de imunidade adquirida se estende por até 40 semanas, apontam para surtos subsequentes da doença no decorrer dos anos, gerando gastos com saúde pública, perdas econômicas insustentáveis a longo prazo, além da volta de medidas restritivas da população, podendo interferir nas expressões econômica e psicossocial do Poder Nacional.

Fonte: SHAMAN, J. Will SARS-CoV-2 become endemic? Science, 2020. Disponível em: https://science.sciencemag.org/content/370/6516/527

 

 

 

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